Vou para o clima seco do cerrado.
É no cerrado que posso ser eu mesma sem ninguém julgar.
É lá que agora mora a compreensão para meus atos e desatos.
Lá de seca a vida nada tem.
Vou pro cerrado porque preciso sorrir e chorar.
Porque meu coração, amiga, está mais vazio longe de lá.
Quero Sampoerna que essa vida tá f*****
*Blog dedicado à produção literária independente*
07:45
Labels: Êta saudade gorda
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8 comments:
porra. assim vc me faz chorar, caralho. traz biquini pra nadar na piscina lá de casa. e tipo, mmmmmmuito filtro solar e óculos escuros.
é, eu queria dizer muuuuuuuuito filtro solar. nao mmmmmmmuito filtro solar. mereço desconto, ainda tô meio baqueada do preventivo que acabei de fazer na ginecologista. hor-rí-vel! gorda, vc nao sente mesmo ela riscando seu útero? eu sinto muito, sinto todos os movimentos e até ouço o barulhinho!
é, essa sensibilidade explica outras coisa...
digo, coisas. aê galera, férias pra tia pati
tia pati falando de utero e sentir coisas no blog. blog é publica gorda!! férias urgentes!
blog é publicO. ferias pra mim tb!
fala sééério! metade da populacao tem útero. nao é um tabu falar de útero, é? pô, se eu estivesse descrevendo em riqueza de detalhes minha ultima transa com meu amado, aí tudo bem, estaria perdendo a linha. mas isso eu só faço no meu site de contos eróticos. quanto moralismo, tsic, tsic...
uhuahuhauah fui xingada de moralista. calei minha boca!
estou chocado!!
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