Vinha chegando seu aniversário. Há mais de meio século atrás seu pai se matava. Uma decisão.
Decisão? Repentina ou refletida? Impulso ou afirmação? Consciente ou inconsciente? Ele não sabia responder, jamais saberia. Esse ato no entanto marcara toda sua vida. Na realidade mudara sua vida.
Sua família teria sido a mesma? O destino de seus irmãos, seu próprio destino, a família que ele constriu, seriam os mesmos? A vida de todos, sem distinção, era diariamente afetada por aquele momento.
Momento em que um homem, privado de tudo que lhe prende ao mundo, de qualquer felicidade, racionalidade, orgulho e esperança, acaba com sua própria vida.
*Blog dedicado à produção literária independente*
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Labels: Ficção
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1 comments:
dá pra entender. o mundo não parece amar ninguém. obrigada por retomar o blog, gorda.
beijos
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